quarta-feira, 18 de maio de 2011

Google incluye el índice de pobreza de los países en su explorador de datos


Fonte:http://ecodiario.eleconomista.es/sociedad/noticias/3079792/05/11/Google-incluye-el-indice-de-pobreza-de-los-paises-en-su-explorador-de-datos.html

Google incluye el índice de pobreza de los países en su explorador de datos

18/05/2011 - 17:23
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MADRID, 18 (SERVIMEDIA)
El navegador de Internet Google permitirá que el público tenga un acceso fácil y rápido al Índice de Desarrollo Humano, estadísticas elaboradas por el Programa de la ONU para el Desarrollo (PNUD) en los últimos 21 años y que permiten comprobar el nivel de pobreza de los países con variables como la esperanza de vida, el alfabetismo, la matriculación escolar y el PIB.
La información aparece en el Explorador de Datos Públicos de Google (Google Public Data Explorer) y permite a los usuarios elaborar gráficas y comparaciones con los datos de los distintos países.
Además, esta herramienta de Google permitirá a los internautas la opción de compartir sus trabajos y mapas por correo electrónico.
El PNUD señaló que el acceso a través de Google permitirá que los usuarios de Internet en todo el mundo consulten las estadísticas internacionales de desarrollo.
(SERVIMEDIA)
18-MAY-11
MGR/jrv

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Escritório de Negócios de Mato Grosso em São Paulo recebe visita de investidores internacionais


Escritório de Negócios de Mato Grosso em São Paulo recebe visita de investidores internacionais
ELAINE PERASSOLI 
Assessoria/Sicme-MT 
Vinculado à Secretaria de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), o Escritório de Negócios do Estado de Mato Grosso (Enemat), instalado em São Paulo, tem mostrado bons resultados. A equipe trabalha a todo vapor para atrair novas empresas para o Estado. As reuniões com possíveis investidores são constantes. Nessa quarta-feira (04.05), quem visitou o Enemat foi o cônsul americano do Estado de Delaware, David Máthé. Ele é responsável pelo desenvolvimento do comércio internacional de seu Estado. 

Apesar da pequena extensão territorial, Delaware é um grande centro financeiro e tem mais de 200 mil empresas e companhias. Isto acontece graças a leis estaduais que dão benefícios fiscais para empresas que decidem instalarem suas sedes no Estado. Com isso, Delaware é conhecida como The Land of Free-Tax Shopping (A Terra Sem Impostos Comerciais). O Estado é considerado um dos maiores centros bancários dos Estados Unidos e possui uma forte indústria petroquímica. 

A intenção da reunião no Enemat foi discutir parceiras e formar joint-ventures. O cônsul também teve a oportunidade de conhecer o potencial de Mato Grosso. O secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia, Pedro Nadaf, ressalta que nestas reuniões também é mostrado com detalhes que tipo de incentivo Mato Grosso pode oferecer para os novos empreendedores. “Também mostramos o potencial energético, números referentes a produção de grãos e ao crescimento econômico co Estado”. 

Segundo David Máthé, o Estado de Delawere tem dois focos internacionais para investimentos, a China e o Brasil, sendo o Brasil a maior preferência devido à proximidade geográfica e pelas oportunidades de desenvolvimento sustentável. “Mato Grosso chama atenção por sua grande área de produção agrícola e pelo crescimento econômico de forma sólida”, aponta o cônsul. 

Outro tema discutido durante o encontro foi a parceria na área de formação profissional e acadêmica. Delaware é referência nestas áreas em função do grande número de empresas que há no Estado. “Assim como a reunião com o cônsul estamos realizando vários outros encontros com possíveis empreendedores que pretendem investir em nosso Estado. Nosso objetivo é trazer indústrias que agreguem valor à matéria-prima que produzimos em abundância e promover a verticalização da economia”.

visite: http://www.sicme.mt.gov.br/

Contribuições

por Letícia Amarante do 4 ano


Secretários se reúnem em SP para ajustar critérios de vendas pela internet

O secretário de Fazenda de Mato Grosso, Edmilson José dos Santos, e o secretário-adjunto da Receita Pública, Marcel Souza de Cursi, participam nesta sexta-feira (29.04), em São Paulo (SP), de uma reunião com os chefes dos Fiscos estaduais para finalizar o novo modelo de recolhimento de imposto para as vendas realizadas pela internet. O Estado de destino da mercadoria passará a receber parte do tributo a partir de 1º de maio. Atualmente, o imposto fica exclusivamente no Estado de origem.

Além da divisão do imposto incidente sobre o comércio eletrônico, serão debatidos os diferenciais de alíquotas para empresas que se enquadram no Simples Nacional; as perdas que os Estados vem sofrendo com a Lei Kandir e a reposição pífia que o Governo Federal tem realizado; e o debate dos novos critérios de divisão do Fundo de Participação dos Estados (FPE), assim como a base que compõe este fundo.

“Neste ponto [FPE] vamos destacar a base de impostos que o Governo Federal utiliza para a divisão aos Estados. Ao longo dos anos, ela foi diminuindo em relação a arrecadação total da União. Queremos que o fundo que será dividido aos Estados, o novo FPE, esteja vinculado percentualmente a arrecadação total do Governo Federal, e não apenas em alguns impostos como acontece hoje”, comentou Edmilson dos Santos.

Outros assuntos que deverão ser destacados no evento envolvem a apresentação de metodologias de controle das exportações, realizado pelo grupo técnico de trabalho do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), e também a negociação da dívida dos Estados com a União. “Somente em 2010, Mato Grosso pagou R$ 874 milhões para a União referente a dívidas. Deste total, R$ 579 milhões foi para pagar juros, e somente R$ 295 milhões realmente abateram a dívida. Este modelo não pode ser considerado correto”, apontou o secretário de Fazenda.

Outra reunião já está marcada para ser realizada no Rio de Janeiro, no dia 06 de maio. Nesta agenda estão na pauta de discussão a massificação da banda larga de internet no país e sua relação com a arrecadação do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS); o planejamento tributário; a dívida ativa e o contencioso administrativo; e a incidência do ICMS sobre faturamento decorrente de operação com fraude. 

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Fonte: http://noticias.r7.com/economia/noticias/brasil-busca-gasolina-importada-para-encher-o-tanque-20110505.html


Brasil busca gasolina importada para encher o tanque

Demanda aquecida faz importação de combustíveis e lubrificantes crescer 31% em abril
Da Agência Brasil
Thinkstock/Getty ImagesThinkstock/Getty Images
Falta de etanol fez motorista "migrar" para gasolina: resultado é que preços aumentaram
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O Brasil está sem gasolina e já precisa recorrer ao exterior para encher o tanque dos carros daqui. Para Alessandro Teixeira, secretário executivo do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), a procura por combustíveis aumentou em todo o país, o que fez com que o consumo de combustíveis e lubrificantes de fora aumentasse 31,4% em relação a março.
Dados da balança comercial mostram que a produção nacional de combustíveis não tem sido suficiente para abastecer a frota brasileira. De março para o abril, o valor médio das importações diárias de combustíveis e lubrificantes subiu de R$ 210 milhões (US$ 130,6 milhões) para R$ 275 milhões (US$ 171,6 milhões).
Na comparação entre abril deste ano e abril do ano passado, o crescimento das importações foi de 40,9%. Há um ano, a média diária de importações de combustíveis e lubrificantes estava em R$ 195,5 milhões (U$S 121,9 milhões).
Para o consultor e ex-superintendente da ANP (Agência Nacional do Petróleo) Adriano Pires, o aumento da importação de combustíveis foi causado principalmente pela compra de gasolina.
Vale ressaltar que o dado da balança diz respeito à compra, no mercado externo, de combustíveis em geral e de lubrificantes, não há dados separados sobre a importação de gasolina.
Pires disse que o consumo de gasolina aumentou muito nos últimos meses e as distribuidoras nacionais, entre elas a Petrobras, tiveram que importar o produto para suprir a demanda interna.
- O Brasil está sem gasolina. O mercado cresceu muito e não temos produção para atender a todos.
Petrobras
Em fevereiro, a Petrobras anunciou que iria importar o produto diante do aumento da demanda, “consequência da redução da oferta de etanol no mercado" e também da redução, em termos percentuais, da mistura de etanol anidro à gasolina.
O problema do etanol é que, como o começo de ano é época de entressafra (período após a plantação da cana-de-açúcar e da colheita), o preço subiu porque faltou álcool. Como a gasolina que é vendida nos postos do país tem um pouco de etanol em sua mistura, o valor dela também subiu – e o governo decidiu diminuir a proporção dessa mistura.
Na nota divulgada então, a estatal afirmou que o volume a ser importado representava o consumo de três dias, “nas condições atuais de demanda aquecida.”
E registrava que o crescimento no consumo de gasolina tinha sido entre 15% e 20% nos dois primeiros meses de 2010, em relação ao mesmo período de 2009, em função da redução da oferta de etanol. Além disso, a Petrobras garantiu que a importação não teria influência nos preços cobrados pela gasolina em suas refinarias.
Pires avalia que o aumento da procura por gasolina tem dois motivos básicos: primeiro, o aumento da frota; segundo, a opção de parte dos consumidores de abastecer seus veículos com gasolina devido à alta do etanol nos postos de combustível.
Em abril, o preço do álcool combustível subiu 10,36% nos postos de São Paulo, segundo a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). A gasolina aumentou 6,62%.
Inflação
O professor e pesquisador da FGV (Fundação Getulio Vargas) Mauricio Canêdo afirma que a alta da gasolina não tem a ver com o preço do petróleo lá fora, mas ao preço do álcool, que compõe até 25% da gasolina vendida nos postos.
Canêdo afirmou que a Petrobras mantém o preço da gasolina pura, vendida por suas refinarias, desde 2009. Isso acaba fazendo com que a gasolina importada tenha preços parecidos com os da nacional.
O pesquisador disse, porém, que não é possível saber se a estatal conseguirá segurar o preço do combustível por mais tempo caso o preço do petróleo aumente. “Não dá para manter o preço indefinidamente. Talvez a Petrobras não consiga segurar”, afirmou. Se o preço aumentar nas refinarias, a tendência é aumentar também nos postos e isso teria impacto na inflação, segundo Canêdo.
Em outra nota, esta divulgada em abril, a Petrobras, afirmou que desde 2009 não promove alterações no preço da gasolina sem adição de etanol que vende para as distribuidoras.
- Sobre notícias relacionadas com eventuais desabastecimentos de combustíveis, a Petrobras esclarece que vem atendendo às solicitações das distribuidoras. Além de manter suas refinarias operando a plena carga para atender à demanda nacional de derivados, cujo crescimento foi de 10% em 2010 e ficou em 5% no primeiro trimestre de 2011, a companhia tem mobilidade para importar gasolina e outros derivados em caso de necessidade ou para manter estoque de segurança.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Assange e Facebook



Julian Assange acredita que Facebook é “máquina de espionagem mais apavorante já inventada”


Em uma entrevista com o jornal Russia Today, o fundador do Wikileaks Julian Assange parece ter suas teorias da conspiração para o Facebook. Ele diz:
Facebook em particular é a máquina de espionagem mais apavorante que já foi inventada. Temos aí o maior banco de dados sobre pessoas, seus relacionamentos, seus nomes, seus endereços, sua localização, sua comunicação uns com os outros, seus parentes… tudo acessível pelos serviços de inteligência dos EUA.
Assange não declarou explicitamente que o Facebook estaria trabalhando em parceria com os serviços de inteligência americanos, mas disse que:
Todo mundo deveria entender que quando eles adicionam seus amigos ao Facebook, eles estão fazendo o trabalho de graça para agências de inteligência dos Estados Unidos, e construindo este banco de dados para eles…
Julian Assange! Mas que cara. Leia – e assista! – a entrevista completa aqui: [Russia Today via Mashable]

ONG diz que Noruega é o melhor país para ser mãe; Afeganistão é o pior

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/911042-ong-diz-que-noruega-e-o-melhor-pais-para-ser-mae-afeganistao-e-o-pior.shtml


04/05/2011 - 03h31

ONG diz que Noruega é o melhor país para ser mãe; Afeganistão é o pior

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DA EFE
Noruega, Austrália e Islândia são os melhores países no mundo para ser mãe, enquanto Afeganistão, Níger e Guiné-Bissau ocupam as últimas posições da lista, de acordo com um relatório publicado nesta terça-feira pela ONG "Save the Children".
Dos dez últimos países na classificação, oito pertencem à região subsaariana.
"Nestes países, em média uma em cada 30 mulheres morre por causas relacionadas com a gravidez; uma criança em cada seis morre antes de completar cinco anos e uma em cada três sofre desnutrição", segundo o relatório da ONG, que tem sede em Washington.
Noruega e Afeganistão, de lados opostos na lista, são o exemplo do brutal contraste entre as regiões mais abastadas e as mais desfavorecidas.
"Na Noruega, em todos os partos está presente pessoal médico treinado, enquanto no Afeganistão apenas 14% dos nascimentos são assistidos por pessoal sanitário", indicou o documento.
A esperança de vida das mulheres norueguesas é de 83 anos, contra 45 anos das afegãs.
Completam a relação dos dez melhores países no mundo para dar à luz Suécia, Dinamarca, Nova Zelândia, Finlândia, Bélgica, Holanda e França.
Entre os dez piores estão República Centro-Africana, Sudão, Mali, Eritréia, República Democrática do Congo, Chade e Iêmen.
Os Estados Unidos ocupam a 31ª colocação, já que "são o país industrializado com a maior taxa de mortalidade maternal, uma em cada 2.100".
"Uma mulher americana tem sete vezes mais possibilidade de morrer por causas relacionadas com a gravidez que uma italiana ou uma irlandesa", avalia a "Save the Children".
Entre os indicadores utilizados pela ONG para elaborar a lista estão taxa de mortalidade maternal, esperança de vida, uso de medidas de contraconceptivas, anos de educação das mulheres e benefícios estatais por maternidade, entre outros.

Para refletir....


Assassinar Bin Laden é tentativa de matar processos de mudança no mundo árabe

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Fonte: http://carosamigos.terra.com.br/

02/05/2011

Matar Bin Laden, ressuscitar a Al-Qaeda
Por Santiago Alba Rico, para o Rebelión
Uma das maiores surpresas nos levantes populares no mundo árabe é que eles deixaram momentaneamente fora de cena todas as forças islâmicas e, especialmente, a mais extremista  Al-Qaeda - marca comercial obscura e altamente instrumentalizada para embasar ditadores, reprimir todo tipo de dissidência e desviar a atenção dos verdadeiros campos de batalha.
Com indicações de caráter geral, tais como a aspirina, Bin Laden reaparecia sempre que necessário para alimentar a "guerra ao terrorismo"; foi mantido vivo para sacudir encruzilhadas eleitorais ou justificar leis de exceção e emergência. Desta vez, a situação era grave demais para não usá-lo pela última vez, numa orgia midiática que ofusca até mesmo o casamento do príncipe William e introduz efeitos muito preocupantes no mundo todo.
Quando parecia relegada ao esquecimento, finalmente encurralada pelos próprios povos que deveriam apoiá-la, a Al-Qaeda reaparece. Um grupo de desconhecidos, em nome dessa patente, assassina Arrigoni na Palestina (pacifista italiano pró-Palestina). Dias depois, no auge dos protestos anti-monarquia no Marrocos, uma bomba explode na praça Jamaa Fna, em Marrakech. E, agora, Bin Laden reaparece, não vivo e ameaçador, mas em toda a glória do martírio adiado, estudado, cuidadosamente encenado, e um pouco improvável.
"A justiça se fez", disse Obama; mas a justiça exige tribunais e juízes, procedimentos de inquérito, e não uma sentença independente. George Bush foi mais sincero: "É a vingança dos EUA", disse ele. "É a vingança da democracia", acrescentou, e milhares de democratas estadunidenses vibraram de alegria em frente à Casa Branca, saltando com bárbara euforia sobre esqueletos.
Mas, democracia e vingança são tão incompatíveis como pedagogia e infanticídio. Os Estados Unidos gostam de linchamentos, sobretudo aqueles feitos pelo ar, sabendo que são mais poderosos do que os princípios. "O mundo está aliviado", disse Obama, mas, ao mesmo, alertou sobre "ataques violentos ao redor do mundo após a morte de Bin Laden". Atenção?! Alerta?! Promessa?! Que alívio pode produzir um assassinato que, declaradamente, ao mesmo tempo ameaça aqueles que, presumivelmente, se quer salvar?
Este era o momento. A Al-Qaeda volta a dominar a cena; a Al-Qaeda volta para saturar o imaginário ocidental. Enquanto o suposto cadáver de Bin Laden é lançado ao mar, Bin Laden assume, de forma fantasmagórica, todas as lutas e todo o desejo de justiça. Será cumprida a profecia de Obama: haverá ataques violentos por todos os lados e o mundo árabe-muçulmano voltará a ser um apanhado de fanatismos e decapitações, querendo ou não suas populações. Entre democracia e barbárie, é evidente que os EUA não têm dúvida: a barbárie se ajusta muito melhor ao "American Dream" (“sonho americano”) e, claro, ao delírio de Israel.
Nós não sabemos se realmente assassinaram Bin Laden; o que fica claro é que o esforço para ressuscitar a todo o custo a Al-Qaeda pretende matar os processos de mudança que começaram há quatro meses no mundo árabe.
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terça-feira, 3 de maio de 2011

Prêmio Mercosul de C&T 2011


Está aberta a inscrição para o Prêmio Mercosul de C&T 2011

 
O prêmio é aberto para estudantes e pesquisadores da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.

A Reunião Especializada em Ciência e Tecnologia do Mercosul (RECyT) anuncia hoje (2) o tema central do Prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia de 2011: Tecnologias para o desenvolvimento sustentável. As inscrições estão abertas e os trabalhos podem ser enviados até o dia 22 de agosto deste ano.

O Prêmio, criado pela RECyT, é apoiado pela Unesco; pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); pelo Movimento Brasil Competitivo (MBC); pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação Produtiva da Argentina; pelo Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia do Paraguai; pelo Ministério de Educação e Cultura do Uruguai; e pelo Observatório Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação da Venezuela. Conta com o patrocínio do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT/Brasil) e, a partir deste ano, recebe também o patrocínio da empresa Sangari do Brasil.

Os trabalhos podem tratar de "questões referentes à redução das desigualdades sociais, à conservação da biodiversidade e dos ecossistemas, ao aumento do bem-estar, ao aprimoramento dos sistemas sociais mantidos ao longo do tempo e à adoção de novos paradigmas de desenvolvimento econômico, que levem em conta a redução do impacto da ação humana sobre o meio-ambiente".

O Prêmio é aberto para estudantes e pesquisadores do Brasil e de todos os países integrantes do Mercosul: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela. Dividido em quatro categorias listadas abaixo, a premiação abrange do ensino médio ao doutorado.

Iniciação Científica - estudantes de ensino médio de até 21 anos, com ou sem orientação de professor - Prêmio: U$ 2,000;
Estudante Universitário - universitários, com ou sem orientação de professor (sem limite de idade) - Prêmio: U$ 3,500;
Jovem Pesquisador - graduados de até 35 anos - Prêmio: U$ 5,000;
Integração - equipes de pesquisadores graduados de pelo menos dois dos países listados (sem limite de idade) - Prêmio: U$ 10,000.

A cerimônia de entrega do Prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia será realizada em novembro de 2011, no Uruguai, em data a ser definida. Para mais informações, acesse o site: http://eventos.unesco.org.br/premiomercosul
(Ascom da Unesco)