domingo, 24 de abril de 2011
sábado, 23 de abril de 2011
O que exatamente é um doutorado?
Fonte: http://www.gizmodo.com.br/conteudo/o-que-exatamente-e-um-doutorado/
Você já pensou exatamente no que significa um doutorado? Matt Might, professor de Ciências da Computação na Universidade de Utah, explica perfeitamente nesta apresentação gráfica que começa com um simples círculo. Sempre que as aulas começam, eu explico para uma nova fornada de estudantes atrás de um título de doutorado o que isso realmente significa. Imagine um círculo que contém todo o conhecimento humano: Quando você completa o ensino básico, você sabe um pouco:
O que exatamente é um doutorado?
É difícil de explicar em palavras, então eu uso desenhos para me ajudar.
Quando você completa o ensino médio, sabe um pouquinho mais:
Com uma graduação no ensino superior, você sabe um pouco mais e ganha uma especialização:
Um mestrado te aprofunda naquela especialização:
Ler e estudar teses te leva cada vez mais em direção ao limite do conhecimento humano naquela área:
Quando você chega lá, você se foca:
Você tenta ultrapassar os limites por alguns anos:
Até que um dia os limites cedem:
Este pequeno calombinho de conhecimento que ultrapassou os limites é chamado de doutorado (Ph.D.):
Agora, é claro, o seu foco no mundo é diferente:
Mas não esqueça da dimensão das coisas:
Continue ultrapassando os limites.
Matt Might é professor de Ciências da Computação na Universidade de Utah (EUA). Ele completou seu calombo na Georgia Tech em 2007 e agora ajuda seus próprios estudantes a completarem os seus. Ele twitta em @mattmight e tem um blog em blog.might.net.
sexta-feira, 22 de abril de 2011
The Chinese are coming...to Africa
Fonte: http://www.economist.com/blogs/dailychart/2011/04/chinese_africa&fsrc=nwl

Chinese in Africa
The Chinese are coming...to Africa
Apr 22nd 2011, 16:08 by The Economist online
The increasing importance of Chinese investment in sub-Saharan Africa
Many of its people are not happy about it, as our briefing reports, but business is booming in Africa thanks mostly to the Chinese. Trade between the two surpassed $120 billion in 2010, and in the past two years China has given more loans to poor, mainly African countries than the World Bank. The Heritage Foundation, an American think-tank, estimates that between 2005 and 2010 about 14% of China’s investment abroad found its way to sub-Saharan Africa. This has brought increased employment and prosperity to the region, but also allegations of damage to local businesses, corruption and the hoarding of natural resources.

Para descontrair...
Enviado por Viviane Moreira - 4 ano

Pergunta: Qual é a mais correta definição de Globalização?
Resposta: A Morte da Princesa Diana.
Pergunta: Por quê?
Resposta: Uma princesa inglesa com um namorado egípcio, tem um acidente de carro dentro de um túnelfrancês, num carro alemão com motor holandês, conduzido por um belga, bêbado de whisky escocês, que era seguido por paparazzis italianos, em motos japonesas. A princesa foi tratada por um médico canadense, que usou medicamentos americanos. E isto é enviado a você por um brasileiro, usando tecnologia americana (Bill Gates) e provavelmente, você está lendo isso em um computador genérico que usa chips feitos em Taiwan e um monitor coreano montado por trabalhadores de Bangladesh, numa fábrica de Singapura, transportado em caminhões conduzidos por indianos, roubados por indonésios, descarregados por pescadores sicilianos, reempacotados por mexicanos e, finalmente, vendido a você por chineses, através de uma conexãoparaguaia!
Isto é *GLOBALIZAÇÃO!!!*
Globalização (por Luis Fernando Veríssimo)

Pergunta: Qual é a mais correta definição de Globalização?
Resposta: A Morte da Princesa Diana.
Pergunta: Por quê?
Resposta: Uma princesa inglesa com um namorado egípcio, tem um acidente de carro dentro de um túnelfrancês, num carro alemão com motor holandês, conduzido por um belga, bêbado de whisky escocês, que era seguido por paparazzis italianos, em motos japonesas. A princesa foi tratada por um médico canadense, que usou medicamentos americanos. E isto é enviado a você por um brasileiro, usando tecnologia americana (Bill Gates) e provavelmente, você está lendo isso em um computador genérico que usa chips feitos em Taiwan e um monitor coreano montado por trabalhadores de Bangladesh, numa fábrica de Singapura, transportado em caminhões conduzidos por indianos, roubados por indonésios, descarregados por pescadores sicilianos, reempacotados por mexicanos e, finalmente, vendido a você por chineses, através de uma conexãoparaguaia!
Isto é *GLOBALIZAÇÃO!!!*
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Os Brics correram mais que o esperado
Fonte: http://www.valoronline.com.br/impresso/brasil/97/415817/os-brics-correram-mais-que-o-esperado
Enviado por Marcelo Raimundo - 4 ano e colaboração de Benancil

Enviado por Marcelo Raimundo - 4 ano e colaboração de Benancil
Os Brics correram mais que o esperado

Só deu China na imprensa brasileira nos últimos dias. A presidente Dilma Rousseff esteve lá durante quase toda a semana passada e, logo depois, veio o Grande Prêmio de Fórmula 1 de Xangai.
A China está na moda, não há nisso novidade alguma. Vai ficando cada vez mais explícito, porém, o esforço chinês para solidificar seu papel de liderança mundial. Pequim passou a usar de maneira estratégica a invenção do economista Jim O'Neill em seu trabalho profético "Building Better Global Economic Brics", para a Goldman Sachs, em 2001.
O domínio chinês na reunião dos Brics da semana passada, em Sanya, foi citado pelo jornalista Jamil Anderlini, do "Financial Times", em artigo também publicado peloValor. Ele indicou traços subliminares da caneta chinesa no documento final assinado pelo bloco. Lá estava, por exemplo, a frase "o século XXI deve ser de paz, harmonia, cooperação e desenvolvimento científico". Nada demais, uma frase que poderia aparecer em qualquer documento internacional, pelos valores que evoca. Mas a canetada chinesa, segundo Anderlini, ficou explícita porque "harmonia" e "desenvolvimento científico" são slogans políticos comumente usados pelo Partido Comunista em suas mensagens domésticas.
Em documento que cita até a Copa, a China tirou o câmbio
O jornalista do Valor Sergio Leo, que cobriu a reunião em Sanya, viu um certo exagero na conclusão de Anderlini, por considerar natural encontrar em documentos dessa natureza "as impressões digitais" do país anfitrião, sempre responsável pelo texto-base. O texto final, inclusive, tem o dobro do tamanho originalmente sugerido pela China.
De qualquer forma, mais importante do que aquilo que pôs no texto foi o que a China tirou dele. Num documento amplo, que expressou confiança até no sucesso da Copa de 14 e da Olimpíada de 16, não houve nenhuma menção ao problema cambial enfrentado pelos demais Brics, em parte por causa da política chinesa de manter desvalorizada sua moeda. Por conta dessa política, a China firma cada vez mais sua posição de fornecedor mundial imbatível de manufaturas.
Estão se materializando com grande folga as proféticas previsões para o crescimento da China feitas por O'Neill e complementadas por projeções detalhadas no trabalho "Dreaming Whit Brics: The Path to 2050", assinado por Dominic Wilson e Roopa Purushotaman em outubro de 2003.
Se a China tivesse crescido da maneira prevista pelos economistas do Goldman Sachs, o PIB desse país só ultrapassaria o do Japão em 2015 e atingiria 40% do americano em 2019. Esses dois objetivos, porém, já foram alcançados no ano passado, quando a China se tornou a segunda maior economia mundial, com um PIB de US$ 5,7 trilhões, que já ultrapassou o do Japão e está próximo de ser o dobro do alemão.
Além do prestígio decorrente de seu próprio avanço, os chineses podem usar o bloco criado pelo sonho de O'Neill para acelerar sua chegada à liderança global. O acróstico Bric ganhou um "s" para saudar a entrada da África do Sul no bloco. Embora tenha uma economia pequena quando comparada com as dos demais Brics - um PIB de US$ 354 bilhões em 2010 -, esse país adquiriu importância estratégica para a China na África em razão dos grandes interesses asiáticos de expansão de investimentos no continente.
Para a China, mesmo sendo sozinha a segunda maior economia do mundo, tornou-se importante a companhia dos demais Brics. O grupo original formado por Brasil, Índia e Rússia, além da China, somou no ano passado um produto interno bruto conjunto de US$ 10,5 trilhões, equivalente ao de Japão, Alemanha e França juntos. Unido, esse bloco econômico liderado pela China começa a fazer sombra para os Estados Unidos, cujo PIB atingiu US$ 14,6 trilhões no ano passado, e para a própria União Europeia, com US$ 16,1 trilhões.
Passada uma década, portanto, a "profecia" de O'Neil, que parecida ousada demais no início do século, começa a se mostrar conservadora. Ao apresentar suas projeções detalhadas em 2003, Dominic Wilson e Roopa Purushothaman, na verdade, imaginaram uma corrida de crescimento de produção entre dois grupos econômicos, os Brics e o G-6, este composto por Estados Unidos, Japão, Alemanha, França, Reino Unido e Itália. Nessa corrida, o conjunto dos Brics se aproximaria a cada ano do bloco concorrente até ultrapassá-lo em 2039.
Pelo que se viu no fim da primeira década do século XXI, os Brics correram mais depressa do que esperavam os sonhadores economistas da Goldman Sachs (ver gráfico). Em 2001, os Brics tinham 11,6% do PIB conjunto dos dois blocos concorrentes. Pelas projeções apresentadas no trabalho, teriam 17,9% em 2010. Mas, na realidade, alcançaram 25,8%, um desempenho muito superior ao esperado.
Se o tamanho das economias vai significar mais poder político na esfera global é o que se verá nas próximas décadas. Os Bric originais, agora com a companhia da África do Sul, têm poucas convergências políticas, embora apresentem alguma complementariedade em matéria de produção. A força do bloco, porém, se vier a ser usada nos fóruns internacionais, será grande. E poderá ser exercida muito antes do que previram os formuladores do acróstico que lembra a solidez do tijolo.
Pedro Cafardo é editor-executivo. Excepcionalmente, deixamos de publicar hoje a coluna de Cristiano Romero.
E-mail pedro.cafardo@valor.com.br
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quarta-feira, 20 de abril de 2011
Reprovação é o tema de discussão
Fonte: http://www2.camara.gov.br/tv/materias/PARTICIPACAO-POPULAR/195490-REPROVACAO-E-O-TEMA-DO-PARTICIPACAO-POPULAR.html
Reprovação é o tema do Participação Popular
11/04/2011 15:19
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Para assistir ao vídeo, você precisa ter instalado o Windows Media Player (ou VLC).
Ao baixar e usar o vídeo, você automaticamente declara estar de acordo com o Termo de Uso.
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Repetir o ano escolar... O velho fantasma dos alunos e de seus pais deve ser exorcizado? O Ministério da Educação defende o sistema de progressão continuada, que na prática acaba com a reprovação escolar nos primeiros anos do Ensino Fundamental, mas a presidenta Dilma já se pronunciou contra o que ela chama de “trágica ilusão de ver aluno passar de ano sem aprender quase nada”. Afinal de contas, o que é melhor para a educação do aluno: obrigá-lo a cursar de novo as mesmas matérias por um ano inteiro ou deixá-lo passar para o nível seguinte sem ter aprendido o conteúdo esperado?
O Participação Popular debate o assunto com os deputados Gastão Vieira, do PMDB maranhense, e Artur Bruno, do PT do Ceará; Vanusa Sales, professora da rede pública do Distrito Federal; e Daniela Ribas Paim, mãe de dois filhos em idade escolar.
O Participação Popular debate o assunto com os deputados Gastão Vieira, do PMDB maranhense, e Artur Bruno, do PT do Ceará; Vanusa Sales, professora da rede pública do Distrito Federal; e Daniela Ribas Paim, mãe de dois filhos em idade escolar.
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